Oi Lú!
Desde que recebi teu e-mail fiquei pensando,alias desde que soube da noticia
da lei fiquei pensativa...
Cresci nem muito levada nem muito anjinha mas levei umas boas chineladas e
palmadas, vi meu irmão levar bem mais, vi meus primos levarem muito mais e
na minha opinião injustamente algumas vezes.Com a Camille sempre tentei não
chegar ao extremo, confesso que nem sempre consegui.Concordo que a palmada é
mais um descontrole do que qualquer outra coisa.Mas o que considero mais
importante saber é se antes da palmada, ouve conversa,castigo ou se está
partindo para uma palmada por qualquer motivo?Como ser humano erramos e
nossos filhos estes de uma geração evoluída(como foi dito por outra
mãe:"...:noto que a geração da minha filha possui uma percepção diferenciada
e mais evoluida sobre o mundo e tenho percebido que estas crianças mais nos
ensinam do que nós a elas!!") sabem sim entender que nós pais também erramos
e será bem mais dificil se nao houver diálogo.Parto do principio da conversa
e do castigo,amor,compreensão,bom senso,explicação das atitudes tomadas
mesmo quando esta for uma palmada.Na minha opinião é uma lei tapa furo como
tantas outras da qual o interesse é qualquer outro menos o de realmente
proteger nossas crianças,pois quem vai fiscalizar?
EDUCAÇÃO! Com isto o governo deveria se preocupar,em dar estrutura para
escolas e professores ensinarem a pensar,onde todos tivessem acesso a
cultura,onde as crianças pudessem ser crianças, onde a criatividade fosse
alimentada para evolução,de novos cidadãos,novos pais.
Como disse eu mesma não escapei de levar umas palmadas,conheço pessoas que
levaram muitas e não foi por isso que viraram assassinos nem espancadores é
relativo,é personalidade, mas com certeza sem amor pra ensinar (com ou sem
palmadas)de nada adianta lei.
Bjo Raquel
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Sobre a palmada...
OI LÚ,
POIS É ESTE ASSUNTO ESTÁ BEM POLÊMICO,COMO VC SABE E ME
CONHECE,CONVERSO,COLOCO DE CASTIGO E TBM DOU PALMADA,CONVERSEI COM VC E CONCORDO QUE É UM DESCONTROLE NOSSO.
ESTAMOS TENTANDO EVITAR CHEGAR AO DESCONTROLE MAS ELES NOS
TESTAM O TEMPO INTEIRINHO.
BEIJÃO
POIS É ESTE ASSUNTO ESTÁ BEM POLÊMICO,COMO VC SABE E ME
CONHECE,CONVERSO,COLOCO DE CASTIGO E TBM DOU PALMADA,CONVERSEI COM VC E CONCORDO QUE É UM DESCONTROLE NOSSO.
ESTAMOS TENTANDO EVITAR CHEGAR AO DESCONTROLE MAS ELES NOS
TESTAM O TEMPO INTEIRINHO.
BEIJÃO
Sobre a palmada...
Bah Luluca, tu é fenomenal!!!
Sou contra tb a qq tipo de agressão física ou verbal. Nunca diga nunca, mas até
agora nunca batí nos meus filhos, como apanhei muito e isso me marcou demais,
pretendo não deixar que meus filhos passem pelo que passei.
Mas ao mesmo tempo entendo as pessoas que dão umas palmadas, pois as crianças nos
testam até nos irritar...
Cada caso é um caso, e cada situação tb...
Então prefiro conversar sempre, dar castigo, tirar coisas que eles gostam, e não bater.
bjs linda!
Gabi ( mãe do Mathias 4 anos e da Manuela quase 2 anos)
Sou contra tb a qq tipo de agressão física ou verbal. Nunca diga nunca, mas até
agora nunca batí nos meus filhos, como apanhei muito e isso me marcou demais,
pretendo não deixar que meus filhos passem pelo que passei.
Mas ao mesmo tempo entendo as pessoas que dão umas palmadas, pois as crianças nos
testam até nos irritar...
Cada caso é um caso, e cada situação tb...
Então prefiro conversar sempre, dar castigo, tirar coisas que eles gostam, e não bater.
bjs linda!
Gabi ( mãe do Mathias 4 anos e da Manuela quase 2 anos)
domingo, 18 de julho de 2010
Contribuição da mãe da Nicole
Oi Lu!
Primeiro quero te dizer que é ótimo poder contar com tuas opiniões. Seja como amiga,
seja como pedagoga.
Concordo quando vc diz que o problema não está na proibição e sim na falta de
alternativa para a palmada. Eu particularmente sou contra bater, pois realmente
acredito que violência ensina violência. Porém, acredito também no direito que os
pais têm de educar seus filhos da maneira que consideram mais adequada, claro, não
estou aqui defendendo quem bate nas crianças, acho isso lamentável. Mas não podemos
nos basear apenas nas leis para proporcionar educação aos nossos filhos, precisamos
sim ter consciência do que é colocar uma criança no mundo e principalmente sermos
responsáveis por esta criança. Amor, respeito, carinho, compreensão e diálogo.
Sabemos todos como é difícil às vezes segurar a raiva, a frustração quando os
pequenos nos testam, e sim, eles têm um talento incrível pra isso!
Enfim, sabes que tenho uma pequena com a personalidade forte, às vezes bem difícil de lidar, mas ela é minha maior alegria, então faço de tudo pra mostrar a ela o quanto a amo e por isso preciso ensiná-la a conviver e ser uma pessoa boa.
Não bato, nunca bati, mas confesso que às vezes tenho muita vontade!
Bjs
Mi
Primeiro quero te dizer que é ótimo poder contar com tuas opiniões. Seja como amiga,
seja como pedagoga.
Concordo quando vc diz que o problema não está na proibição e sim na falta de
alternativa para a palmada. Eu particularmente sou contra bater, pois realmente
acredito que violência ensina violência. Porém, acredito também no direito que os
pais têm de educar seus filhos da maneira que consideram mais adequada, claro, não
estou aqui defendendo quem bate nas crianças, acho isso lamentável. Mas não podemos
nos basear apenas nas leis para proporcionar educação aos nossos filhos, precisamos
sim ter consciência do que é colocar uma criança no mundo e principalmente sermos
responsáveis por esta criança. Amor, respeito, carinho, compreensão e diálogo.
Sabemos todos como é difícil às vezes segurar a raiva, a frustração quando os
pequenos nos testam, e sim, eles têm um talento incrível pra isso!
Enfim, sabes que tenho uma pequena com a personalidade forte, às vezes bem difícil de lidar, mas ela é minha maior alegria, então faço de tudo pra mostrar a ela o quanto a amo e por isso preciso ensiná-la a conviver e ser uma pessoa boa.
Não bato, nunca bati, mas confesso que às vezes tenho muita vontade!
Bjs
Mi
Contribuição da mãe da Sofia
Oi,
Penso que em pleno século XXI, parece um pouco "medieval" que um
presidente precise criar uma LEI para proibição da palmada.Em tempos de total desrespeito na relação aluno-professor, onde professores calam a boca de crianças com fita adesiva e que alunos
agridem física ou verbalmente professores, me pergunto quando tudo começou e onde vai parar.
Tenho pensado muito no que meus professores me falavam: estudei em escola pública e lembro-me dos professores repetidamente falarem queapesar da escola ser uma extensão da nossa casa e de passarmos muito tempo lá dentro, esta tinha a missão de contribuir para a educação e que a função educativa primordial deveria partir das famílias. Antigamente, até havia o péssimo hábito dos professores educarem na base do castigo físico, depois houve a conscientizacão da educação com diálogo mas parece que atualmente estamos vivendo o retrocesso.
Infelizmente, hoje tenho percebido cada vez mais que esta responsabilidade de EDUCAR tem sido JOGADA no colo dos profissionais da educação.
Nunca imaginei que precisasse de lei de proibição da palmada...
ora, desde quando professor tem o direito de dar palmada para precisar de uma lei de proibição??? Independente palmada ser certo ou errado, isso é de julgamento de PAIS e não de professores ou qualquer outro profissional da área de educação.
Morei dos 10 aos 11 anos nos Estados Unidos e lembro que meus pais comentavam muito sobre o modo americano de educar... Crianças "soltas", passavam o dia na escola e voltavam para a casa sozinhos fazendo o que bem queriam até que os pais voltassem do trabalho.Eu era a única que tinha uma mãe me buscando na porta da escola e hoje como mãe entendo que era mais do que o gesto de não me deixar voltar sozinha para a casa, mas sim... tinha o propósito de olhar atentamente aos acontecimentos, aos colegas provocativos de bullying e de riscos de uma criança solta a disposição de adultos mal intencionados. O resultado da desatenção familiar cultural dos americanos não é novidade para ninguém: adolescentes precoces e sem limites, adultos
desapegados ao carinho familiar.
Hoje esta é nossa realidade também, infelizmente.
Finalmente, acho uma lei tola e sem propósito e que deveria nos
levar a repensar e nos perguntar: "Afinal, como estou educando meu(s)
filho(s)? Qual o tamanho da minha responsabilidade na formação do
caráter do meu filho? O quanto estou responabilizando a escola pela
educação do meu filho? "
Não perco a esperança, noto que a geração da minha filha possui
uma percepção diferenciada e mais evoluida sobre o mundo e tenho
percebido que estas crianças mais nos ensinam do que nós a elas!!
Talvez estas crianças possam construir um mundo com conceitos mais
dignos e coerentes.
Bjs
Vanessa
Penso que em pleno século XXI, parece um pouco "medieval" que um
presidente precise criar uma LEI para proibição da palmada.Em tempos de total desrespeito na relação aluno-professor, onde professores calam a boca de crianças com fita adesiva e que alunos
agridem física ou verbalmente professores, me pergunto quando tudo começou e onde vai parar.
Tenho pensado muito no que meus professores me falavam: estudei em escola pública e lembro-me dos professores repetidamente falarem queapesar da escola ser uma extensão da nossa casa e de passarmos muito tempo lá dentro, esta tinha a missão de contribuir para a educação e que a função educativa primordial deveria partir das famílias. Antigamente, até havia o péssimo hábito dos professores educarem na base do castigo físico, depois houve a conscientizacão da educação com diálogo mas parece que atualmente estamos vivendo o retrocesso.
Infelizmente, hoje tenho percebido cada vez mais que esta responsabilidade de EDUCAR tem sido JOGADA no colo dos profissionais da educação.
Nunca imaginei que precisasse de lei de proibição da palmada...
ora, desde quando professor tem o direito de dar palmada para precisar de uma lei de proibição??? Independente palmada ser certo ou errado, isso é de julgamento de PAIS e não de professores ou qualquer outro profissional da área de educação.
Morei dos 10 aos 11 anos nos Estados Unidos e lembro que meus pais comentavam muito sobre o modo americano de educar... Crianças "soltas", passavam o dia na escola e voltavam para a casa sozinhos fazendo o que bem queriam até que os pais voltassem do trabalho.Eu era a única que tinha uma mãe me buscando na porta da escola e hoje como mãe entendo que era mais do que o gesto de não me deixar voltar sozinha para a casa, mas sim... tinha o propósito de olhar atentamente aos acontecimentos, aos colegas provocativos de bullying e de riscos de uma criança solta a disposição de adultos mal intencionados. O resultado da desatenção familiar cultural dos americanos não é novidade para ninguém: adolescentes precoces e sem limites, adultos
desapegados ao carinho familiar.
Hoje esta é nossa realidade também, infelizmente.
Finalmente, acho uma lei tola e sem propósito e que deveria nos
levar a repensar e nos perguntar: "Afinal, como estou educando meu(s)
filho(s)? Qual o tamanho da minha responsabilidade na formação do
caráter do meu filho? O quanto estou responabilizando a escola pela
educação do meu filho? "
Não perco a esperança, noto que a geração da minha filha possui
uma percepção diferenciada e mais evoluida sobre o mundo e tenho
percebido que estas crianças mais nos ensinam do que nós a elas!!
Talvez estas crianças possam construir um mundo com conceitos mais
dignos e coerentes.
Bjs
Vanessa
sábado, 17 de julho de 2010
Sobre a Palmada
Na semana passada o presidente Lula, causou polêmica ao propor a proibição da palmada, o jornal Zero hora fez uma excelente reportagem sobre os prós e contras da palmada.
Alguns especialistas foram chamados para dar a sua opinião sobre o assunto, como sou Pedagoga e atuo na educação infantil há muito tempo, vou dar o meu parecer sobre o assunto: acredito que violência ensina violência, seja ela do tipo que for: física ou verbal.
Também, como sabem sou mãe de três meninos: dois adultos e um adolescente. Lá em casa sempre lançamos mão do diálogo e seria hipócrita se dissesse que nunca bati, sim já bati, algumas vezes, e o que senti é que eu estava descontrolada e não eduquei, só demonstrei minha vulnerabilidade.
A tarefa educativa é complexa demais, mas me chamou atenção o fato de como alternativa à palmada não aparecer a reparação como alternativa à palmada.
A reparação é o meio mais eficaz de educar. É a velha história: se quebrar conserte.
Colocar na cadeira do pensamento é dar um novo nome ao castigo e seria melhor a sinceridade de dizer:
- Meu filho estás de castigo.
Pensar não pode ser ruim.
Quando educamos para a reparação?
Lá na escola, na situação mais corriqueira que temos, que é a mordida, convidamos quem mordeu a colocar gelo no local e cuidar do amigo, ou seja reparar.
É importante que pensemos se também, nós os adultos, estamos reparando os erros que cometemos, aí sim o exemplo seria mais eficaz.
A escola quer saber: você é favorável a proibição? O que pensa sobre o assunto?
Mandem seus e-mails, que eu postarei no blog.
abs
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Festa Julina
Olha só que legal a foto que a Vanessa nos mandou.
Estava muito boa realmente a nossa festa!!
Segue o e-mail e a foto:
OI!!!
Já que pediram fotos inusitadas, aí vão algumas da última festa Junina...
Apesar do frio, estava linda, animada e deliciosa. Não faltou calor humano, ai que saudades que vou ficar disto tudo! Amizades criadas e fortalecidas neste ambiente acolhedor... isto ficará para sempre em nossos corações!
Bjs
Vanessa e Sofia
Estava muito boa realmente a nossa festa!!
Segue o e-mail e a foto:
OI!!!
Já que pediram fotos inusitadas, aí vão algumas da última festa Junina...
Apesar do frio, estava linda, animada e deliciosa. Não faltou calor humano, ai que saudades que vou ficar disto tudo! Amizades criadas e fortalecidas neste ambiente acolhedor... isto ficará para sempre em nossos corações!
Bjs
Vanessa e Sofia
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